Semana da Mulher - Lendo e empoderando!


De uns meses pra cá, tenho ficado mais atenta e crítica nas minhas leituras. Algumas resenhas já saíram com destaques pra abordagem machista ou feminista, mas outras eu só consegui perceber a grandeza da história ou a idiotice dela agora. Nesse post vou mostrar pra vocês os livros que mais me chamaram a atenção pelas questões abordadas, pela personagem forte ou simplesmente por me fazer enxergar as coisas de um jeito diferente.




Laura Conrado é minha queridinha desde Freud, me tira dessa!. Agora, sem a abordagem da terapia, ela conseguiu transmitir melhor a mensagem da independência feminina. Déborah começa acomodada e insegura, mas no decorrer da leitura vemos seu amadurecimento e as mudanças de paradigmas de sua mente. O livro destaca a importância e necessidade do amor-próprio, de se colocar como a pessoa mais importante do mundo, de ser feliz consigo mesma, sem depender de ninguém.

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Pode não haver unanimidade de opiniões sobre a continuação de Como eu era antes de você, mas não dá pra negar que ele fala bastante sobre feminismo. A mãe de Lou se desconstruiu, percebeu que vivia num relacionamento opressor e simplesmente parou de agir como sempre. Acompanhamos todo o processo de recusa do pai em se reconhecer como machista e na implicância disso para o casamento deles.

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Esse é o primeiro livro de uma série que tem tudo pra me deixar surtando de felicidade. Spindle Cove é um refúgio litorâneo para jovens mulheres de boa família. Ali estavam meninas doentes, cultas ou escandalosas, todas que de alguma forma não se ajustaram à sociedade. Susanna tem a sororidade nas veias, defende suas meninas e sua vila com todo o seu esforço. Ah! Já li o segundo e Minerva é melhor ainda.

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Ainda na vibe de romances de época, Lydia é outra personagem que merece destaque. A despeito de olhares tortos, fofocas e solteirice, ela usa sua profissão de jornalista para fazer denúncias sobre mulheres exploradas ou abandonadas. E não para no papel, ela corre atrás do homem responsável pelo problema e lhe dá um ultimato. Não teme grandalhões ou nobres e não se perturba com a falta de marido. Mocinhas assim são certeza de um bom livro.

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E aí? Conhece mais algum livro que poderia estar nessa lista? Me conta!
Amanhã tem mais!
Giulia Ladislau
26 anos. Filha do Rei. Carioca da gema. Aliança na mão esquerda. Pedagoga por formação, militar por profissão, revisora por paixão. Fascinada por livros desde quando nem se entendia por gente.

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